Review Reign 1x15: The Darkness


Ainda no escuro.

Parando para pensar, The Darkness não foi um episódio ruim, pelo contrário ele traz histórias instigantes e gera abertura para os arcos que deverão guiar essa segunda metade da temporada. Porém, a sensação que fica é que as histórias divergem entre si, e aquela sensação de completude apresentada em Dirty Laundry não aparece aqui.

A própria escuridão anunciada por Olivia e que intitula o episódio tem um papel muito pequeno no texto e serve apenas como justificativa para manter Bash ativo na trama, enquanto ele permanece afastado do palco principal: o castelo. De certa forma, esperava mais do tributo e ainda estou em luto pelo bode que pagou com a vida mesmo sem ter nada a ver com a história.



Mesmo assim, informações são somadas no sentido de nos permitir saber o verdadeiro propósito dos sacrifícios de sangue realizados pelos rituais pagãos que não correspondem a uma oferenda a uma divindade, e sim a algum ser que habita a floresta. Apesar disso, não consegui entender o porquê deste ter libertado Olivia do seu cativeiro ao invés de se alimentar dela. Não parece, mas entre o seu desaparecimento e libertação, se passaram no mínimo três meses. Por falar nisso, alguém shippa Olivia com Nostradamus? Eu não.

No castelo, Greer pela primeira vez tem a oportunidade de ter algum real destaque. Não tinha percebido o quão carismático era o rei da pimenta, porém gostei da forma como ela manipulou aqueles a sua volta, dando ao padeiro a oportunidade de subir na vida ao mesmo tempo em que se livrava de ambos os pretendentes. Agora é esperar por esse noivo que chega e saber o que ele adicionará a trama. Mesmo assim, fico triste com a partida do padeiro, pois com sinceridade acho a combinação dele com Greer muito mais carismática que Frary ou até Mary com Bash. Polêmica.

Falando em Frary, o dramalhão com a gravidez de Lola já começou. E para infelicidade dos fãs, Mary já começa se apresentar chata. Não que ela não tenha certa razão em se sentir incomodada por sua amiga estar grávida do seu marido. A série até tem conseguido fugir um pouco ao óbvio, neste sentido, mas a personalidade dela nestes episódios está bem distante da rainha da Escócia por quem nos apaixonamos. E, além disso, é óbvio que quando Francis descobrir, mas drama virá em torno dessa mentira.

Por isso, pela segunda semana consecutiva quem roubou o episódio foi a dinâmica Lola-Henry-Catherine, desta vez abandonado a comédia e transitando para um tom mórbido. Pelo que o enredo sugere, Rei Henry está enlouquecendo e as mortes de suas amantes combinada a seu apetite sexual é um reflexo disso. Caso isto se confirme, é de se esperar muitas surpresas pela frente, afinal quem pode deter um rei a beira da loucura? Catherine talvez.

Coroa real nº 1: Kenna em sua cena de sexo lésbico. CW ousando.


Coroa real nº 2: Ainda não me conformo com a morte do bode.

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