Reign 1x18: No Exit


“Eu e meu país somos um só.” Mary, Rainha da Escócia.

Reign, assim como Game of Thrones, demonstra ser uma série sobre casamentos. Já foram quatro desde o piloto, e ainda podemos esperar mais um.

Em No Exit, temos a continuação dos plots iniciados em Liege Lord, a começar pela união de Lola com Julian e a desconfiança da noiva em relação a seu marido. Porém, óbvio que o noivo está de olho na fortuna da dama. Afinal por que razão ele aceitaria o filho bastardo dela ao invés de ficar com a plebéia Greer que não chegara tão longe em eu envolvimento com o padeiro?

Bash e Kenna começam a desenvolver uma relação mais terna, algo natural tendo em vista que ambos estão permanentemente unidos, afinal ainda não tinham inventado o desquite. Apesar disso, Bash está certo em considerar no mínimo estranho estar casado com alguém que já dividiu a cama com seu pai. 

A loucura de Henry já beira a bizarrice ao deixar ser manipulado e domado pelos jogos sexuais de Penelope. Inquietante é o fato de ele continuar perseguindo Kenna, tendo em vista o quanto ele a destratava, tendo chegado ao ponto de forçar a união dela com Bash. Apesar disso, o banimento de Penelope e a inserção do fator divino chamaram minha atenção. Afinal, o rei era considerado um governante pela vontade de Deus, e a igreja católica era um forte pilar da monarquia. Embora o Vaticano sempre seja citado, sua posição ainda não tinha chegado a interferir no roteiro.

Sobre Francy, a trama foi excelente. O embate dos protagonistas sobre os destinos de seus países só ressalta que a série pode sim viver sem um triângulo amoroso. Nada mais justificável o povo escocês se sentir ameaçado pela influência francesa e reivindicar a presença de sua rainha, assim como os grupos protestantes aliados a Inglaterra aproveitarem o momento para incitar revolta. Ainda não sabemos se James é realmente um conspirador, porém a decisão de Francis em trancar sua esposa na tentativa de protegê-la foi realmente arriscada, pois tende a minar o casamento dos dois, pois como Mary afirmara, ela e seu país são um só. Simplesmente, um excelente final para o episódio.



A comoção ficou por conta de Oliviadramus. Não imaginava que gostaria do casal, porém a história envolvendo a morte de Olivia me deixou curioso, pois fiquei imaginando o que motivaria o massacre e que outras consequências isso traria para o castelo. Por isso, a cena da despedida, em que Nostradamus renuncia sua amada para manter-la salva, realmente me cativou. Ele realmente estava sem saída, pois fazê-la ficar seria condená-la a morte e fugir seria encarar a fúria de Catherine. Existem muitas víboras espalhadas pelo país.

Com isso, Reign caminha para sua season finalle, faltando apenas quatro episódios até lá. A série possui arcos importantes a serem concluídos, Clarissa, por exemplo, e tem tudo para fechar sua primeira temporada de forma elaborada.


Coroa real nº 1: Royals da Lorde em versão clássica.

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